segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Desaparecimento de criança de 2 anos em Ourém, Santarém (Apareceu 25 horas depois a 2km da casa dos avós)


A Polícia Judiciária está a investigar o desaparecimento de uma criança de dois anos em Ourém, no distrito de Santarém.


- Martim desapareceu esta manhã na freguesia de Urqueira, em Ourém -


A Polícia Judiciária de Leiria está a investigar o desaparecimento de uma criança em Ourém, no distrito de Santarém. A criança desapareceu por volta das 9h desta segunda-feira, na freguesia de Urqueira, em Ourém, confirmou ao Observador a mãe da criança, Sandrina Silva.

A mãe explicou ao Observador que a criança desapareceu da casa dos avós. “O Martim estava em casa dos meus pais esta manhã, porque é a minha mãe quem toma conta dele”, conta Sandrina. De acordo com o relato da mãe, a criança estaria no exterior com os avós, naturais de Guimarães. Quando os avós tiveram de ir ao interior da casa “para colocar alguma coisa na mesa”, ao regressar, já não o encontraram.

Sandrina encontra-se neste momento na GNR de Ourém, onde irá prestar declarações.

“A minha mãe assim que não o viu começou a chamar por ele, e foi a uma rua abaixo à procura”, recorda. “Não estiveram no interior da casa nem 5 minutos”, explica a mulher.

Teresa Silva, amiga da mãe de Martim, contou ao Observador que se poderá tratar de um caso de alienação parental, visto que “a custódia do menino foi atribuída à mãe na última sexta-feira”. Nesse dia, o pai, que reside em França, “esteve cá, mas agora não sabemos se ainda cá está ou se mandou alguém para ir buscar o Martim”.

“Neste momento, desconfia-se que poderá ter sido o pai”, sublinha Teresa Silva.

No momento do desaparecimento, Martim estava a usar um polo azul e umas calças de fato de treino cinzentas.

A PJ confirmou ao Observador que está a investigar o caso mas não avançou mais informação. De acordo com a amiga da mãe, já se encontram no local cães pisteiros da GNR, e agentes da GNR e da PJ à procura da criança.









Fonte: OBSERVADOR

sábado, 8 de outubro de 2016

Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa faz estudo sobre famílias com crianças ou jovens desaparecidos



A Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa está a realizar um estudo que pretende compreender como é que as famílias (con)vivem no seu quotidiano com o facto de terem uma criança ou jovem desaparecido.

Com a presente investigação a equipa propõe compreender o impacto do desaparecimento de uma criança ou jovem nas famílias, que por alguma razão, seja devido a rapto, a fugas de casa ou a qualquer outro motivo, experienciam actualmente a ausência física de uma criança ou jovem.  

Quem estiver interessado em colaborar ou em conhecer melhor o trabalho aceda ao link:

Para mais informações podem contactar o investigador principal, Ana Tavares, através do seguinte endereço de e-mail: ana.af.tavares@gmail.com




quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Rita Slof desapareceu há dez anos mas pai não perde a esperança


Pai e amigas de Rita Slof, desaparecida há dez anos, continuam ativos em busca de explicações.





Não se sabe o que aconteceu, nem tão-pouco o que pode ter motivado o desaparecimento de Rita, na altura com 18 anos.

Naquela sexta-feira de manhã, a jovem não chegou a apanhar o autocarro, junto ao mercado de Matosinhos, que a levaria a uma visita de estudo a Serralves, no Porto, com umas colegas.

Muitas foram as pistas falsas que o pai e duas das melhores amigas seguiram, muitos foram os cartazes afixados com o seu rosto, de norte a sul do país.

Dez anos volvidos, a esperança mantém-se.



Fonte: Jornal de Notícias, 17 de fevereiro de 2016

domingo, 29 de novembro de 2015

Empresa japonesa cria sapatos com GPS para localizar idosos perdidos



Uma empresa japonesa criou sapatos com GPS especialmente planeados para ajudar a localizar idosos com demência, que são capazes de se perder e não conseguir voltar para suas residências.








Os sapatos chamados "GPS Dokodemo Shoes" possuem um localizador instalado no interior do pé esquerdo e permitem mostrar a posição do usuário em dispositivos como smartphones e computadores após inserir o número de identificação do terminal e uma senha.
"Temos experiência na busca de doentes com demência perdidos, e sabemos que este tipo de pessoas não utilizam telefones celulares e nem relógios, e sim sapatos. Por isso decidimos criar sapatos com sistema de localização GPS", explicou à Agência Efe nesta sexta-feira um porta-voz da Wish Hills, criadora do calçado.
O localizador é associado a um dispositivo para o qual envia notificações quando o idoso se afasta mais de 50, 100 ou 500 metros de casa, dependendo do número programado, explicou a empresa.
O sistema também mostra a posição do usuário em um mapa para que seja mais fácil iniciar sua procura, entre outras funções.
A empresa, que visa "salvar vidas" com esses sapatos, afirma que o produto está tendo bom resultado e com boas vendas, "principalmente entre mulheres na faixa dos 50 anos que têm algum pai com demência".
Os sapatos custam 35 mil ienes e estão disponíveis apenas no Japão, país em que praticamente 25% da população supera os 65 anos.
"O mercado doméstico é muito importante para nós, no entanto, no futuro nos interessaria abrir em outros mercados nos quais a população envelhecerá rapidamente nos próximos anos", indicou a companhia.
A demência é uma síndrome que implica a deterioração da memória, do intelecto, do comportamento e da capacidade para realizar atividades da vida cotidiana.
Cerca de 47,5 milhões de pessoas sofrem de demência no mundo, e a cada ano são registrados 7,7 milhões de novos casos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).


Fonte: Revista Exame (Brasil)

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Pedido de localização de José Luiz da Anunciação Macedo (faleceu em 07-03-2014)






«Olá,

Moro no Brasil e meus avós são todos portugueses.

Meu avô por parte de pai, o Sr. José da Anunciação Macedo, nascido em 24/04/1931 veio para o Brasil em 1951. Era casado com Felismina Lourenço Macedo. Teve dois filhos aqui, um deles já falecido,e o outro, meu pai, o Sr. Carlos Alberto Lourenço Macedo.

Eles perderam contato quando meu avó voltou para Portugal e na última correspondência que temos dele, consta o endereço Rua Camilo Castelo Branco, em Aveiro, Portugal. Quando fui à Portugal alguns anos atrás, fui até o endereço, mas não havia ninguém na casa e os vizinhos não reconheceram o nome.

Eu e meu pai gostaríamos de saber se ele está vivo ainda. Envio imagens dos documentos de imigração brasileiros que encontrei dele.

Obrigada,